Oposição em berço esplêndido

Tomo emprestado o título e parte do primeiro parágrafo do artigo do cientista político Murilo de Aragão Noblat, de 08/01/15, que diz: “Fazer oposição é uma arte. Significa desmontar a situação e oferecer-se como alternativa viável. Real ou imaginária. Um governo pode não ir tão mal, mas se não tiver uma boa narrativa pode ser derrotado, sobretudo se a oposição for eficiente. Mesmo que se possam utilizar critérios científicos e metodologicamente testados, ganhar uma eleição continua sendo mais arte do que ciência”. Continue lendo

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Assis e outros prefeitos

Pouca gente sabe dos problemas, conflitos existenciais e da carga emocional, que pesa nos ombros de um administrador público. Principalmente, quando toda sua anterior história de vida foi a de um bancário (burocrata) resumido em gráficos e normativos financeiros. Talvez venha daí uma personalidade centralizadora e autossuficiente, antagônica de um democrata. Continue lendo

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O insustentável direito de roubar

Interessante esse pessoal do PT, e alguns tucanos e ex-tucanos (inclua-se o ex-ministro Bresser Pereira, o empresário Ricardo Semler e o cantor Agnaldo Timóteo) quando dizem: “Já se roubou muito mais, apenas não era publicado, não ia parar nas redes sociais”. Ora, onde está a lógica dessas declarações? Será que se busca compreender que os governos futuros podem roubar, porque no governo do PT houve roubo, mas no de FHC houve muito mais e não foi provado nem punido? É muita cretinice pensar dessa forma. Quem rouba tem de pagar. Se não pagou busque-se os meios de resolvê-lo. O que não se pode é aceitar o roubo como uma coisa normal, porque alguém também roubou. A sociedade evoluiu e não aceita mais isso. Continue lendo

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A demanda hospitalar

Teria gostado muito que o pessoal do PT de Coité, estivesse comigo na internação de quatro dias que passei na emergência do Hospital Santa Izabel, em Salvador, para ver a demanda de pacientes e a ausência de leitos, no maior hospital particular baiano de referência cardiológica. Sem precisar citar os hospitais públicos, o que já ocorre naqueles que são particulares é uma coisa que nos agride, nos inerva, nos decepciona. Imaginem-se então os hospitais públicos, onde a massa da população pobre ou remediada recorre? Felizmente, independente do SUS, “São Planserv” tem resolvido às dificuldades de muita gente na Bahia. Numa emergência, o tempo máximo de permanência de um paciente é de 12 horas. No entanto, por falta de leito se passa mais de 72 horas, pior se for para UTI. Continue lendo

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Um brinde à saúde

O ex-presidente do Uruguai, Pepe Mujica, disse: “Ter riqueza e consumir bens materiais não é o mesmo que ter felicidade”. Disse mais: “O inevitável não se lamenta. É preciso enfrenta-lo”. – Pela sexta vez nos últimos 10 anos fui internado em hospitais por problemas cardiovasculares. Todos em Salvador. O primeiro foi no Hospital Jaar Andrade em Cajazeiras, com uma arritmia revertida por medicamentos. As cinco últimas no Hospital Santa Izabel, de referência cardíaca na Bahia. Nesse tempo apresentei quadro de angina, hipertensão, necessidade de cateterismos e fibrilações atriais (quanto o átrio deixa de bombar o sangue no coração e passa a tremer, acumulando o sangue e provocando possíveis coágulos), já não mais resolvidas por remédios. Sou assintomático, nada sinto o que é um perigo, viver com um inimigo invisível. Continue lendo

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Não se dá plateia a quem reclama

Em 1975 (há 40 anos), na 16ª. Convenção Nacional Lojista em Fortaleza, os 3.000 empresários de todo Brasil, congressistas presentes, saíram convencidos de uma realidade profissional do comércio: Não se dá plateia a quem reclama. Deve-se evitar o “abrir a janela” de uma reclamação. Mesmo que o cliente tenha sempre razão, a questão deve ser resolvida de imediato sem permitir a propaganda boca a boca. E ainda que o cliente não tenha razão, o método de solução é o mesmo: educação, voz pausada, paciência, pedido de desculpas, amizade, abraço fraterno. O comerciante não pode se dar ao luxo de perder qualquer freguês, ainda mais, como agora, em tempo de crise dimensionada por abusivos juros bancários que faz crescer a inflação ao invés de diminui-la. Continue lendo

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ELEMENTAR, MEU CARO…

Amigos petistas, vocês que são pais, chefes de famílias e donas do lar, peçam à Presidente Dilma, que aprenda a fazer economia como vocês sabem e fazem. Que ela dê exemplo de moralidade administrativa e reduza pela metade o número de 39 ministérios que só traz despesas e trapalhadas. O Brasil será outro com menos cabides de emprego. Não é sinal de uma Pátria Educadora. Continue lendo

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Serenidade ou intensidade?

A história nos conta que os medrosos e covardes sempre viveram mais que os corajosos e destemidos. “Os mansos herdarão a terra, e se deleitarão na abundância de paz” (Salmos 37:11). No Alto da Colina encontro um velho amigo, às três da tarde, na sombra, sentado numa cadeira a admirar o horizonte, olhando lá para os lados do açude do Itaurandi. Paro o carro e digo-lhe: Ainda vou ter uma vida dessas. – Não tem porque não quer, já é tempo de você viver assim, na tranquilidade. – Lembrei-me de meu pai que dizia: Você só leva da vida a vida que você leva. Continue lendo

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Discernimento a Três Deputados

Dizem que sou um crítico. Instigam-me que sou um crítico. Neste caso devo descobrir porque sou um crítico. Quem sabe deve ser uma herança dos “Pintos?” Herança dos “doidos”, que alguns tentam depreciar sobre tão influente e representativa árvore genealógica. Nada disso. Eu sempre fui um inconformado com as gestões políticas que desde o movimento militar de 1964 (quando comecei a me entender), não resolve os problemas do povo, enquanto os políticos ficam cada vez mais ricos. Sou um cético quanto essa forma de administrar as políticas públicas sociais. Continue lendo

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Tempo Bom

Meu netinho Daniel (4) me pergunta: “Vô e a macangaia?” (Sítio Maracangalha). Eu lhe digo: Os cachorrinhos perguntam por você; Os bodinhos mandam lembrança, têm saudades de quando você chega lá e diz: “Oi, cheguei!” Os coelhos nasceram três filhotes. Pequeno Pig vovô vai vender e comprar outro menor. Negona, Seleta, Lampião e Catucha perguntaram: “Cadê Daniel?” – “Vôôô… cachorro não fala”. Ele não fala, mas pensa isso… – “Vô conta mais”. – Até os pintinhos estão perguntando por você. Ele me olha meio perplexo e pensativo e diz: “Vô essa chuva…” Continue lendo

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